Diários de Stefan – Origens

“Como posso te amar e te odiar ao mesmo tempo? São sentimentos tão opostos, mas que não se separam. [...] Só uma coisa prevalece, eu odeio o fato de não conseguir te odiar a ponto de deixar de te amar.” – Amanda Menezes.



Sinopse:

Toda história tem um começo… E alguns são irresistíveis. Stefan Salvatore, braço direito do pai em Veritas, se prepara para administrar a propriedade da família até ver seus sonhos interrompidos pela expectativa de um casamento arranjado. Rosalyn é de boa estirpe, muito recatada… mas Stefan não vê um futuro feliz ao seu lado. Já seu irmão, Damon, recém-chegado da guerra, é indomável e comprometido apenas com seus desejos. Apesar das personalidades conflitantes, Stefan e Damon são inseparáveis até conhecerem Katherine, uma jovem misteriosa e deslumbrante que, depois de perder os pais num incêndio, encontra abrigo na residência de Giuseppe Salvatore e seus filhos. Katherine e Emily, sua criada, passam a viver na casa de hóspedes e atraem a atenção de todos enquanto a cidade parece a ponto de sucumbir a estranhos ataques a animais. Logo os irmãos estão disputando a atenção de Katherine sem saber que, por trás de seus suntuosos vestidos de seda, jóias e sorriso inocente, ela esconde um terrível segredo que marcará as vidas dos três para sempre. Baseada na série de TV Vampire Diaries, Origens, primeiro volume de Diários de Stefan, revela toda a verdade sobre o que realmente aconteceu entre Stefan, Damon e Katherine, e mostra como amar pode ser fatal.

A frase com que iniciei esta resenha é exatamente como me sinto a respeito deste livro: te amo e te odeio, mas não ao ponto de deixar de te amar. Muitos dos que me conhecem sabem que eu tenho certa aversão à série de livros Diários do Vampiro, já que não gosto nem do estilo de escrita da autora nem do fato de ter sido criado uma série de TV melhor do que a série original (isso só faz com que o desgosto pelos livros originais aumente).

O que me fez amar este livro foi o fato de ele ter como base o seriado televisivo e não os livros. A criatividade de Kevin Williamson e Julie Plec é gigantesca quando comparada com a de L. J. Smith. O jeito com que eles conduzem a história é cativante, mesmo contendo algumas semelhanças com a narrativa original, como o fato de a história se desenrolar normalmente e nos últimos capítulos ela tem um final “corrido”. Também temos presente na história a nossa querida Katherine Pierce, vulgo vampiranha Katherine Petrova, que não só exala promiscuidade a cada capitulo como é o elo que faz a história se desenvolver.


Vamp Kath XD



Um aspecto que me chamou atenção foi que apesar do livro se chamar Diários de Stefan, as partes que são escritas realmente em diário são pouquíssimas, prevalecendo uma narrativa normal e agradável. Quando falamos sobre a narrativa ressaltamos o fato de que, mesmo a história ocorrendo em meados de 1864, o vocábulo é menos formal, fazendo com que a leitura não se arraste.


Stefan


Tive muitas crises de risos com a superstição das pessoas daquela época. Se um cachorro morria a culpa era do demônio, se uma galinha morria a culpa era do demônio, mas quando alguém aparecia com a garganta aberta e pregada em uma árvore a culpa era dos coiotes.
O que me causou desgosto foram os diálogos, muitos deles sem sentido, repetitivos e sem criatividade. Não gostei também da diagramação, o tamanho da fonte e o espaçamento entre as linhas foram minúsculos.


Este foi um livro de leitura rápida e leve, a capa é simplesmente perfeita com o titulo em alto relevo e com uma pintura metalizada que dependendo da posição que você olha ele fica azul ou prata.


Agora, se você irá amar ao ponto de odiar, ou odiará ao ponto de amar, só lendo.

P.s: Cuidado com os copos de Conhaque. XD


Abraços.
Matheus Braga
@MatheusBragaM

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