O Nome do Vento - Patrick Rothfuss

Você também pode fazer o Vida de Leitor!

O leitor Helton Monteiro tem apenas 13 anos, mas é um adorador de livros e seguidor do blog. Ele se ofereceu para colaborar conosco, enviando resenhas para o Vida de Leitor. Gostei tanto da idéia dele que resolvi criar um espaço permanente, onde quem faz o post é você, leitor do blog. Então hoje estrearemos a nova coluna chamada de "Você também é Vida de Leitor".
O Helton dá o pontapé inicial, escrevendo uma resenha sobre um livro que eu ouvi falar muito bem, mas que ainda não tive um contato maior. O livro chama-se O Nome do Vento, primeiro volume da Crônica do Matador Rei. 


Não tenho palavras para dizer o quanto esta narrativa me conquistou. A história é muito criativa, envolvente e te leva para um outro mundo. Durante o livro, você parece sentir-se parte dessa época.
A história começa quando Kvothe, o nosso protagonista, salva um cronista e o convida a se hospedar em sua hospedaria, que chama-se Marco do Percurso.

Kvothe é uma pessoa muito intrigante e existem muitos boatos sobre o seu passado. Passado esse que ele nunca quis revelar a ninguém, sendo que a única coisa que se sabe dele é que ele é um dos melhores bardos que já existiu.
O cronista acaba por convencer Kvothe a revelar seu passado. E baseado nas histórias contadas por ele, o cronista cria a verdadeira história de Kvothe chamada A Crônica do Matador Rei.

O passado de Kvothe é bem triste, mas percebemos que é uma história de sede de vingança. Kvothe quer vingança contra o Chandriano, assassino de sua família e trupe.
A partir daí ele decide entrar na universidade dos arcanos, local esse em que ele faz poucos amigos e muitos inimigos invejosos. Apesar disso, Kvothe faz sucesso, pois é inteligente e perspicaz.

É difícil dizer no decorrer da história se ele é o vilão, a vítima ou o herói. Se ele irá sair vencedor ou perdedor. Essa não é uma história épica qualquer, pois não envolve reis, elfos, duendes e anões. Mas envolve bardos, magos, arcanos, nomeadores e etc. 
Kvothe, por ser uma pessoa normal, também se apaixona, sofre, passa fome, se ilude e se desilude, mas nada o atrapalha na sua busca interminável por vingança.

A história é daquelas que te deixa preso, pois cada página que você lê, você quer mais e mais. É uma pena que acaba. Mas o certo é que a história de Kvothe não termina nesse livro.

Eu recomendo muito esse livro! Quando tiverem oportunidade comprem ou peçam emprestado, pois ao terminá-lo você terá certeza de que não se arrependeu nem um pouco.

Helton Monteiro.


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Abraços,
Bruno Thomaz